quarta-feira, 26 de março de 2014

Opinião: Por que a Assembleia Legislativa Gaúcha fez bem em aprovar a isenção fiscal para as instalações temporárias?

Por Vitor Kellner


Foto: Alexandre Lops / Imter

A polêmica foi debatida tanto nos meios de comunicação quanto nas conversas informais durante o período em que se cogitou que Porto Alegre ficaria de fora da Copa do Mundo. 

Quase todos os Gaúchos são contrários a Copa no Brasil,  do mesmo modo ampla maioria não compreendia como Porto Alegre com dois estádios novos: Arena e Beira-Rio, não receberia o Mundial. Muitos se questionavam o que seriam as tais estruturas temporárias e porque todos se negavam a pagá-las. O fato é que foi necessário a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul votar a favor da liberação do ICMS para a empresa que "bancar" as estruturas que servirão de abrigo para jornalistas, voluntários e convidados da FIFA.

Devido ao amplo destaque dado pela mídia nacional a votação na Assembleia Legislativa, vamos pular a explicação de detalhes e vamos as opiniões dos meios de comunicação locais sobre o assunto.

Em um editorial o Jornal Zero Hora defendeu a liberação do ICMS para as estruturas temporárias: “Agiu corretamente a Assembleia Legislativa ao garantir viabilidade para a construção das estruturas temporárias exigidas pela Fifa para a realização de jogos da Copa do Mundo no Beira-Rio. Isenção fiscal é dinheiro público, sim, mas os gaúchos, como todos os brasileiros, estão comprometidos com o Mundial desde que nossos representantes políticos pleitearam a organização do evento. Agora é tarde para voltar atrás”, escreveu o periódico em um editorial demonstrando a opinião do Grupo RBS.


Enquanto o Jornal O Sul, por meio do colunista Flavio Pereira destacou: “Foi, como se esperava, polêmica a votação do projeto pelo qual o governo do Estado concede incentivos fiscais para as empresas que realizarem as obras das chamadas estruturas provisórias da Copa do Mundo junto ao Estádio Beira-Rio. O próprio presidente do Sport Club Internacional, clube que originalmente havia assumido o compromisso, fez um corpo a corpo ontem para pedir aos deputados apoio ao projeto.”

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